Um dia, algo que você tem sempre, não está um dia, nem no outro, nem no outro, talvez um dia, outro não... e assim sucessivamente...
No início, onde quer que seja, você quer muito...
ao passar do tempo, você se acostuma com não ter e para de querer tanto...
mais um pouco e você se irrita quando tem...
mais bem pouquinho e você já é outro.
Mas no meio sempre tem as fases de transições, lágrimas, nos piores casos, traições de promessas, essas coisas...
Mas é o curso da vida, é a vida que segue...
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domingo, 24 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
(;
*sabe...
*se o mundo não existisse, eu seria mais feliz
*mas vou começar a me aproveitar do que ele pode me dar
*mais do que as coisas que ele tem que me fazem mal
*se o mundo não existisse, eu seria mais feliz
*mas vou começar a me aproveitar do que ele pode me dar
*mais do que as coisas que ele tem que me fazem mal
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verdades viajadas
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Clarice Lispector
Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer.
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