Foi-se embora pra Pasárgada
Lá é amiga do rei
Lá tem a poesia que quer
Dos poetas que escolherá
Foi-se embora pra Pasárgada
Foi-se embora pra Pasárgada
Aqui eu não era tão livre
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
[...]
E como fará ginástica
Andará de bicicleta
Montará em burro bravo
Subirá em pau-de-sebo
Tomará banhos de mar!
E quando estiver cansada
Deita na beira do rio
Manda chamar a mãe-d'água.
Pra lhe contar as histórias
Que no tempo de menina
Rosa vinha me contar
Foi-se embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
de impedir concepção
Tem telefone automático
Alcalóide à vontade
Tem poesias bonitas
prá se namorar ah! ah!
Tem musicas bonitas
prá see namorar ah! ah!
E quando estiver mais triste
Mais triste de não ter jeito
Quando de noite lhe der vontade
de voltar
Venha aos meus sonhos, por favor.
Mãe, 3 meses sem ti aqui na terra, foi-se embora pra Pasárgada...
Mas aqui, faz falta.
Te amo.
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
...uma flor que tem espinhos, você pode retirar, numa pedra no caminho, você pode se arranhar...
DESCONSTRUA,
porque mesmo assim faz sentido!
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